No actual contexto de austeridade que o país atravessa, as empresas sofrem um grande impacto, pelo que, invariavelmente, uma das formas de conseguirem ultrapassar este período é reduzindo custos. Entre os custos mais ou menos acessórios, temos os custos associados a colaboradores, nomeadamente nos benefícios oferecidos/disponibilizados.
As viaturas de empresa e custos associados são na maioria dos casos, aquele que representa um maior custo para a empresa, pelo que, quando se fala em cortes de benefícios, a política de viaturas é um assunto que traz uma preocupação acrescida para as empresas. Mais
Desde há algum tempo que se vem a falar da dificuldade, que por vezes existe, na interpretação e comparação, de resultados anuais apresentados pelas diferentes empresas, quer nacionais quer multinacionais, no que se refere aos compromissos de longo prazo assumidos pelas empresas e atribuídos aos seus empregados.
Os analistas e investidores, principais utilizadores deste tipo de informação, apontam para uma falta de transparência na forma de contabilização e reporte das responsabilidades assumidas com a atribuição de tais benefícios. Também as novas exigências de politicas de recursos humanos, têm levado a que sejam implementados planos de benefícios menos tradicionais, que nem sempre encontram enquadramento nas orientações contabilísticas existentes. Desta forma, em Junho deste ano, o Board de IAS (International Accounting Standards Board) publicou uma alteração à norma contabilística internacional, IAS19 no sentido de colmatar o mais possível, as lacunas existentes. Mais
Abordar o clima organizacional é o mesmo que abordar a saúde da sua empresa, ambiente que nela se vive. Esse ambiente é ditado por aspectos relacionados com as condições económicas, a estrutura da empresa, cultura existente, equipa de trabalho, chefia, estilo de liderança, remuneração, entre outros, e, que provocam diferentes reacções em cada pessoa. Mais
Já se encontra disponível o relatório que lhe dá informação detalhada sobre os incrementos salariais praticados pelas empresas em todos os países da Europa.
O estudo foi conduzido em Julho/Agosto 2011, entre as várias empresas que participam nos estudos de compensação da Towers Watson. Participaram mais de 60 países da região da EMEA, e recebemos cerca de 6800 respostas. Mais
O mês de Outubro, contrariando a tendência do semestre passado, foi positivo para os Fundos de Pensões ainda que de forma modesta (0,9%), destacando-se o mercado accionista, à excepção do mercado nacional, como principal impulsionador da rentabilidade, representando estes activos cerca de 14% da carteira total. De destacar a contribuição negativa do mercado obrigacionista, nomeadamente da dívida pública da zona euro (-1,8%) e dívida internacional (-3,9). A rentabilidade média estimada em 2011 é negativa (-2,5%). Mais